Controles de integridade
Controles de integridade
O que são os controles de integridade
Quando um candidato faz uma avaliação online, a equipe precisa confiar que o resultado reflete o próprio desempenho dele. Os controles de integridade são sinais de contexto registrados durante a aplicação —sempre com consentimento— que a equipe pode revisar junto ao restante das evidências. Não são um detector nem um veredito: são contexto comparável para apoiar a leitura humana.
Funcionam em duas camadas complementares: medidas de design que organizam a avaliação de antemão, e monitores durante a aplicação que registram sinais do ambiente enquanto o candidato responde.
Camada 1: medidas de design
A primeira camada age antes da aplicação: está embutida em como a avaliação é desenhada. O objetivo é que cada candidato responda em condições comparáveis, sem precisar vigiar nada.
- Bancos amplos de perguntas e ordem aleatória, para que duas pessoas não vejam exatamente o mesmo.
- Tempos calibrados por avaliação, mantendo a mesma régua para todos.
- Links de convite únicos por candidato.
- Versões equivalentes de uma mesma prova para processos recorrentes.
Camada 2: monitores durante a aplicação
A segunda camada registra sinais de contexto enquanto o candidato responde. Cada um desses sinais é opcional, configurado por cargo e país, e só é ativado com o consentimento informado do candidato. São apresentados à equipe como contexto, não como uma nota de honestidade.
- Câmera e ambiente: com consentimento, registra sinais de contexto do ambiente de aplicação.
- Tela cheia e mudanças de janela: registra se a avaliação perde o foco, como sinal de contexto.
- IP e dispositivo: ajuda a confirmar a continuidade da sessão e as condições técnicas.
- Ritmo e tempos de resposta: trazem contexto comparável sobre como a prova foi feita.
Nenhum desses sinais emite uma conclusão por conta própria. São entregues ao recrutador para que ele os interprete junto ao restante das evidências e decida, com critério humano, se vale conversar um ponto com a pessoa.
Consentimento e privacidade
Mais detalhes em Privacidade, Termos e Ciência.
O que NÃO fazem
- Não emitem um veredito de fraude ou de honestidade.
- Não desqualificam automaticamente nenhum candidato.
- Não vigiam nem registram nada sem consentimento.
- Não substituem o critério do recrutador nem a entrevista.
- Não decidem pela equipe: a decisão final é sempre humana.
Perguntas frequentes
Os controles de integridade detectam se alguém está colando?
Não funcionam assim. Os controles registram sinais de contexto durante a avaliação —com consentimento— e os mostram à equipe. Não emitem um veredito de fraude ou de mentira: trazem contexto para que uma pessoa o revise e interprete.
Um sinal desqualifica automaticamente um candidato?
Não. Nenhum sinal desqualifica sozinho. Os sinais apoiam a revisão humana; é a equipe quem os interpreta junto ao restante das evidências e decide se vale conversar o ponto com a pessoa.
A câmera é usada sem o candidato saber?
Não. Qualquer sinal sensível —câmera, IP, tela cheia— exige o consentimento informado do candidato e é comunicado antes do início da avaliação. O candidato sabe o que é registrado e por quê.
E se o candidato não quiser ativar a câmera?
O consentimento é do candidato. Se ele recusa um sinal opcional, a equipe sabe e considera isso na revisão; não é motivo automático de exclusão. Como prosseguir é uma decisão humana.
Os sinais de integridade substituem o critério do recrutador?
Não. São mais uma camada de contexto, não uma conclusão. O recrutador continua sendo quem lê o conjunto das evidências, pondera e decide. Os controles ajudam a priorizar o que olhar com mais atenção.
Quais sinais são registrados durante a aplicação?
Conforme a configuração e o consentimento, podem ser registrados sinais de contexto como mudanças de janela ou tela cheia, ritmo de resposta ou sinais do ambiente. São apresentados como contexto comparável, não como uma nota de honestidade.